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SELEÇÃO DE SETEMBRO: Vacinação de gestantes. As diferentes políticas de cada país na pandemia.

Artigo publicado na revista científica American Journal of Obstetrics & Gynecology apresenta balanço entre as diferentes decisões de cada pais tomadas em relação a postura de vacinação de gestantes contra a COVID-19.


"As evidências demonstram que as gestantes são um grupo de risco para COVID-19, com risco aumentado de internação em unidade de terapia intensiva, necessidade de oxigenação membranosa extracorpórea, parto prematuro e morte perinatal. Esses riscos aumentam ainda mais com algumas variantes e a vacinação de gestantes reduz o aumento relacionado ao COVID-19 na morbidade materna ou fetal". (KALAFAT et al., 2022)

Em comparativo estudo mostra gráfico do mapa mundial com a posição de cada país em relação a vacinação, separando-os em 6 grupos: Vacina recomendada para todos ou alguns; Vacina permitida; Vacina permitida com qualificação; Vacina não recomendada, mas com exceções; Vacina não recomendada; Sem posição achada.

As posições políticas são analisadas em dois períodos distintos. Primeiramente em maio de 2021 e posteriormente em janeiro de 2022.


Na América do Sul, neste estudo, apenas o Brasil manteve a mesma postura nesse intervalo de tempo, sempre recomendando a vacinação para todos. Em maio de 2021 quadro aponta que países como Colômbia, Equador, Bolívia e Paraguai não recomendavam a vacinação em gestantes, mas postura se alterou e em janeiro de 2022, onde os mesmos já passaram a recomendar.


"Dados de mais de 180.000 pessoas vacinadas mostram que a imunização contra COVID-19 com uma vacina de mRNA é segura para gestantes. Muitos estudos observacionais comparando os resultados perinatais entre gestantes vacinadas e não vacinadas tiveram resultados tranquilizadores e não demonstraram efeitos nocivos na gravidez ou no recém-nascido." (KALAFAT et al., 2022)

Leia artigo mencionado completo abaixo.



Referência bibliográfica do artigo: KALAFAT, Erkan et al. COVID-19 vaccination in pregnancy. American Journal of Obstetrics & Gynecology Vol. 227 Nº. 2, ago. 2022. p. 136-147


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